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O projeto Fala,
Ensino Médio! , idealizado pela disciplina de Língua Portuguesa, tem
o objetivo de suscitar que os alunos das 2ªs e 3ªs séries do Ensino
Médio se posicionem sobre questões polêmicas, expondo suas opiniões
e sugestões de alternativas que visem a contribuir com a solução dos
mesmos.
O tema desse 1º Fala, Ensino Médio! é o bullying, algo muito
divulgado pela mídia e cujo Governo do Estado, em 2010, aprovou lei
que orienta escolas a realizarem projetos de combate ao mesmo. Mas a
questão que não quer calar é a seguinte: Bastam leis para que o
bullying deixe de existir?
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Todos os fatores apontam o bullying como algo que, se
feito, merece uma severa punição legal. Devem ser
urgentemente instituídas leis que proíbam a sociedade de
realizar este tipo de violência e, se essas leis não
forem respeitadas, a punição com multas, com prestações
de serviços ou com detenção, por exemplo, seriam as
soluções para a justiça. É fundamental que, com essas
medidas, a população infratora se conscientize de que
está fazendo algo errado e, agora, contra a lei.
Paula
Veissid – 2º B
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Punir o responsável pelo bullying é solução a curto
prazo; educação é solução a longo prazo. Deve-se
valorizar acima de tudo a educação, não só a escolar,
mas também a familiar. A instrução na família é o
alicerce de toda a formação do indivíduo.
Débora
Lotti – 2º B |
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Para banir o bullying,
é necessária uma revolução cultural com o foco na
educação, começando nas famílias e indo até a grande
mídia. Dessa forma, não há necessidade de aplicação da
lei, uma vez que um povo educado não comete delitos e,
sem delitos, não há necessidade de sanção.
Matheus Tomé – 2ºB
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Nem todos os casos de desavenças entre os jovens
podem ser considerados como bullying. Portanto, uma
intervenção imediata é algo arriscado de se fazer. Além
disso, amigos e parentes próximos ao agressor, bem como
a instituição da qual ele faz parte (escola, clube,
empresa) tentarão protegê-lo, o que pode resultar em uma
guerra judicial, que pode terminar em pena alguma ao
agressor. O bullying é um tema delicado, o que torna a
aplicação da lei também delicada.
Amanda Lopes Ferreira – 3º A |
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Se forem levadas em conta todas as atitudes e
pensamentos envolvendo os jovens estudantes dos tempos
atuais, pode-se concluir que uma simples lei não
conseguirá mudar a realidade. As escolas e os ambientes
frequentados pelos adolescentes estão tomados de alunos
dispostos a agredir ou a se divertir com outras pessoas.
Então, não basta apenas impor uma regra que não permite
o bullying. É necessário mais que isso. Alguma ação que
envolva o respeito com o outro seria imprescindível na
vida dos jovens, pois a etapa em que estão não serve
apenas para aprender conhecimentos gerais, mas também
para aprender a se tornar uma pessoa boa, um bom
cidadão. Pessoas que poderiam ser modelos passam a se
tornar os grandes protagonistas dos traumas de infância
de muitas pessoas.
Fernando
Dezordi – 3º A
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O bullying é algo tão
sério que pode destruir uma vida. A criação de leis pode
até ajudar, mas o necessário mesmo é que as pessoas
recebam uma educação que as faça refletir sobre seus
próprios limites. O mundo precisa de mais respeito e
está na hora de a sociedade se dar conta disso.
Débora Brasil – 3º A
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